Muitas empresas fazem treinamentos habitualmente, promovem palestras com profissionais da área toda semana. Mesmo assim, não conseguem motivar seus funcionários. Talvez por se sentirem “funcionários” não produzam o seu máximo.
Fala-se muito em colaboradores, parceiros, “sócios”. Entretanto, pouquíssimos trabalhadores se sentem dessa maneira aos olhos do patrão.
Apenas fazer treinamentos e palestras é muito pouco para motivar a força de trabalho de um empreendimento. E não adianta pensar apenas na força de vendas. Uma empresa é como o corpo humano: um departamento depende do outro. Um funcionário necessita da entrega de um serviço por outro funcionário. São os chamados clientes internos. Se não houver harmonia, o negócio estará bem próximo do fim.
A melhor forma de se motivar uma equipe não é simplesmente dando prêmios em dinheiro. Muito pelo contrário. Como dizia aquela música: “dinheiro na mão é vendaval, é vendaval...” Um final de semana com a família num hotel à beira mar, numa fazenda ou mesmo resort. Lá serão tiradas muitas fotos, haverá jantares, risadas, brincadeiras, cumplicidades do casal, enfim, recordações para toda a vida.
Mas se a empresa não possui dinheiro suficiente para promover uma recompensa dessa magnitude poderá, então, dar prêmios menores. Podem ser troféus, medalhas, diplomas, correspondências enviadas diretamente para a família do colaborador (agora sim ele acreditará na empresa) elogiando-o pelo seu desempenho em benefício da empresa. Dele mesmo, da família e de toda a comunidade. Parece uma homenagem simples, mas que toca o ego de qualquer um.
No cotidiano de um empreendimento os colaboradores devem ser incentivados a apresentar propostas que possam melhorar os processos da empresa. E essas sugestões quando aceitas devem ser revertidas em benefícios para todos, é claro, mas em especial àquele que teve a ideia aceita e implantada. E seu benefício extra seria uma das formas sugeridas neste artigo.
Mesmo que o gestor não queira adotar um plano motivacional, há uma palavrinha mágica que pode fazer a diferença entre o atingimento mínimo, mediano ou máximo de um colaborador. Esta palavra é PARABÉNS! Assim mesmo, com ênfase.
Vamos raciocinar assim: quando dizemos “obrigado” e outra pessoa nos responde “de nada”, “por nada” ou “não por isso” estamos recebendo a mensagem implícita que não estamos obrigados a retribuir o favor que acabamos de receber. “Obrigado”, resposta: “você não está obrigado por isso”.
Agora vamos para a realidade de uma empresa. O assistente entrega o relatório para o gerente que diz: “obrigado”. O assistente responde: “de nada” e pensa ‘é minha obrigação mesmo’. O correto nesse e em outros momentos vividos é dizer PABABÉNS! Se achar que na entrega do relatório não é o melhor momento para elogiar, espere a oportunidade chegar, mas não a deixe passar. Todos nós precisamos ter nossa autoestima elevada. Sempre. Praticar massagem no ego (próprio e alheio) faz bem.
É claro que surgirão muitas situações em que o superior precisará chamar a atenção do subordinado. E isso será feito. Da mesma forma, haverá muitas oportunidades para elogiar e incentivar com aquela palavrinha mágica.
Elogie sempre.
Incentive.
Diga PARABÉNS!
Os resultados aparecerão.
Boa sorte!
sábado, 30 de janeiro de 2010
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